Entenda como será o futuro da energia solar no Brasil

Entenda como será o futuro da energia solar no Brasil

Quer entender como será o futuro da energia solar no Brasil? Então leia esse post.

O Brasil é solar por natureza. Pensar no futuro de nossa nação significa vislumbrar luz ao final do túnel. Somos energia para todo o planeta. Temos o ouro nas mãos – ou melhor dizendo, a luz solar por assim dizer. Mas apesar do sol estar a nosso favor, será que dá para considerar que estamos caminhando rumo à liderança desse setor no mundo?

Entenda como será o futuro da energia solar no Brasil

O post que você lê agora pretende mostrar as considerações para que possamos, sim, avançar enquanto setor de energia solar. Primeira coisa a se observar é: se a guerra da Ucrânia pressiona a cotação das energias fósseis, o preço da energia solar não para de cair no Brasil em 2022.

O preço médio do watt-pico (WP) dos painéis fotovoltaicos ficou em R$ 4,39 no terceiro trimestre, contra R$ 4,85 em 2021. Isto significa dizer que foi a terceira queda seguida, atingindo o menor valor. Essa informação foi apresentada pelo indicador da empresa Solfácil, parceira da BRS ENERGIA SOLAR.

Agora um dado importante, ainda sobre o WP, é que há variação significativa nos preços cobrados entre os estados. A diferença chega a ser de R$ 1,21 WP. Os estados mais caros para se explorar energia solar no Brasil são Sergipe, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

Olhando para 2021, o impacto causado pela Covid-19 deixou o planeta em sobressalto com a falta de componentes e suprimentos. Isso gerou um aumento considerado também nos preços da energia solar.

A coisa mudou de um ano para o outro. Sim, em 2022, tivemos aumento de competitividade, regularização dos estoques e mais empresas participando da cadeia produtiva do setor solar. Esses são dados da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar).

O fato é que melhorou para todos: quem produz, gera e consome solar no Brasil em 2022. Políticos observam o setor e já passaram a requerer planos mais acessíveis para a população. Como é o caso de São Paulo, leia aqui

Outro ponto favorável à solar é que instituições financeiras começaram a investir em planos de financiamento dessa energia residencial. Basta uma pesquisa rápida no Google, e você terá opções vastas do que estamos falando. 

Dando continuidade ao nosso panorama do futuro da energia solar no Brasil, passemos a outro setor, o da geração de empregos neste ano. Segundo relatório divulgado pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), nosso país subiu uma posição no ranking mundial dos países que mais geraram empregos por meio da energia solar fotovoltaica. Hoje estamos em 6º lugar, à frente de Alemanha, Austrália e Reino Unido.

Segundo o relatório da IRENA, o setor de energia renovável gerou 12,7 milhões empregos no mundo em 2021, com a participação majoritária da fonte solar fotovoltaica, responsável por mais de 4,2 milhões de postos de trabalho, representando um terço do total.

De janeiro ao início de outubro deste ano, a energia solar cresceu 52,2%, saltando de 13,8 GW para 21,1 GW.

A Absolar registou mais um marco importante em relação à potência instalada da fonte solar fotovoltaica. Se somarmos as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos, temos o equivalente a 10,5% da matriz elétrica do país. São cerca de R$ 108,6 bilhões em novos investimentos, mais de R$ 28,7 bilhões em arrecadação aos cofres públicos, com mais de 630 mil empregos acumulados desde 2012. 

Diante do exposto, é inegável que seremos, a cada ano, maiores por meio da energia solar. Os números até aqui são promissores e definem um rumo promissor ao Brasil em comodity de energia solar. 

 

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